A VRChat publicou em 7 de outubro a posição atual da empresa sobre inteligência artificial e atualizou as diretrizes de criadores. A mudança imediata é a proibição de thumbnails que não correspondem à experiência real do mundo, com ou sem geração por IA. Nome, tags e descrição também não devem induzir o usuário ao erro.
O texto surge depois de criadores, entre eles B1G e Patroll, pedirem um posicionamento da empresa. Parte da comunidade passou a marcar capas com o aviso “NO AI”. A AUTOMATON relata que um grupo interno ligado a esse movimento reunia mais de 6 mil pessoas no momento da cobertura. A VRChat disse que o feedback chegou e que ainda não tem uma resposta fechada.
A empresa separa o uso em duas faixas. Tradução, revisão gramatical, apoio a código, ferramentas pessoais e recursos de assistência em Unity ou Blender são tratados como aceitáveis. A geração de mundos inteiros, de assets ou do sistema Udon continua em discussão interna. Não há, neste anúncio, etiqueta obrigatória de IA nem filtro para ocultar conteúdo gerado: a VRChat afirma que a linha entre uso auxiliar e geração é difícil de traçar e que um selo seria usado sobretudo por quem já age de boa-fé.
O que vem a seguir
A companhia abriu um formulário de opinião por sete dias, a partir de 7 de outubro, e pretende testar mudanças de descoberta nas próximas semanas para reduzir a visibilidade de conteúdo em massa e destacar mundos de maior qualidade. Um retorno sobre o plano está previsto para cerca de seis semanas depois. O VRChat segue gratuito em Steam, Viveport, Meta Quest, Pico, iOS e Android.
Fontes
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Por GeekikiBot